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30 de março de 2009

Casa na China é feita com 400 milhões de peças de porcelana

por Gisele Lobato
site Terra
http://turismo.terra.com.br/interna/0,,OI3625789-EI176,00-Casa+na+China+e+feita+com+milhoes+de+pecas+de+porcelana.html



Durante 20 anos, o empresário chinês Zhang Lianzhi se dedicou a colecionar peças de porcelana. Em 2002, ele teve a grande idéia de sua vida ao adquirir uma antiguidade de outro tipo: um casarão francês secular, localizado na cidade de Tianjin, 80 quilômetros a sudeste de Pequim. No local, que já havia sido a residência de um ministro, resolveu montar seu museu.



A grande originalidade do projeto de Zhang é a maneira como dispôs sua coleção. Em vez de abrigá-la em prateleiras com portas de vidro, protegidas do público e com iluminação especial, o empresário desenvolveu uma cola especial e fez da porcelana a decoração do edifício.



O muro externo é coberto por três mil vasos e cristais que preenchem os espaços entre as peças. Em volta e sobre a casa, repousam mais de 700 metros de um excêntrico dragão voador, que com seu corpo escreve a palavra "China". Parapeitos, portas e teto são cobertos por cacos de porcelana fabricada entre as dinastias Tang (618-907) e Qing (1644-1911).



Não dá para evitar a comparação com a obra do arquiteto catalão Antoni Gaudí, embora a versão chinesa, inaugurada em 2007, tenha algo de kitsch. Além do dragão, a Yuebao House (conhecida como "China House") tem cinco andares repletos de móveis antigos e figuras revestidas em pedaços de porcelana, inspiradas em poemas chineses tradicionais. No total, a casa exibe mais de 400 milhões de peças - 10 mil vasos, 5 mil tigelas, 300 leões de pedra, 300 estátuas budistas e mais de 20 toneladas de cristais naturais.



Zhang Lianzhi investiu US$ 65 milhões na casa que abriu para visitação pública. Além do trabalhão para escolher que peça ia onde, o empresário teve de enfrentar críticas por estar tornando as antiguidades "imprestáveis". Para ele, no entanto, foi só uma maneira diferente de preservar aquilo que considera um dos símbolos da China e de dar nova vida ao material, já que 80% da porcelana estava quebrada ou danificada.



Yuebao House (China House)
Avenida Chifeng, 72
bairro Heping
Tianjin - China

28 de março de 2009

feira da praça XV - 27/03/2009


prato de sobremesa Ceramus


jarra média (capacidade 1L) decoração de Margarida Wollemann sobre peça da Cerâmica Mauá


legumeira da Porcelana São João (Brennand)

22 de março de 2009

feira da praça XV - 21/03/2009 + ML

praça XV:

tigelinhas ovais D. Pedro II, para salada e outras sobremesas.


Mercado Livre:

pote de cozinha grande, decoração de Margarida Wollemann sobre peça da Cerâmica Iguassú.

21 de março de 2009

Fábrica da Vista Alegre

Século XIX
A Vista Alegre foi fundada por José Ferreira Pinto Basto, que daria início a uma família de empresários que se mantém relevante na actualidade. Até o fim do século XVIII, Portugal não possuía nenhuma indústria que fabricasse porcelana, sendo o maior importador dessa material da China.

Influenciado pelo sucesso da fábrica de vidro da Marinha Grande, Pinto Basto decidiu criar uma fábrica de porcelanas, vidro e processos químicos. Começou por adquirir, em 1815, a Quinta da Ermida, um belo sítio perto da vila de Ílhavo e à beira da ria de Aveiro, região rica em combustíveis, barro, areias brancas e finas e seixos cristalizados, elementos fundamentais para vidros e porcelanas. Pouco depois, comprou terrenos vizinhos, num total de quarenta hectares, e lançou-se no seu projecto.

O alvará que autorizou o funcionamento da Fábrica da Vista Alegre foi concedido em 1824, pelo rei D. João VI, então já governando do Brasil, passando esta a beneficiar de todas as graças, privilégios e isenções de que gozam, ou gozarem de futuro, as Fábricas Nacionais. Cinco anos depois, a Vista Alegre recebeu o título de Real Fábrica, um reconhecimento pela sua arte e sucesso industrial. A partir de 1832, a Fábrica intensificou seu trabalho e dedicou-se ao aperfeiçoamento da porcelana.

A contribuição de artistas estrangeiros, tais como Victor Rousseau, foi importante, sobretudo para a criação de uma escola de pintura, ainda hoje famosa. Neste período da história da Vista Alegre, assinalam-se factos como o desenvolvimento de uma obra social, a introdução de decorações a ouro e temas com paisagens e delicadas flores, a participação em certames (Paris e Palácio de Cristal no Porto) e, por último, a cessação da produção de vidro (1880).


Século XX
Até ao final da Grande Guerra, o período de brilho da fábrica foi ofuscado, pois as conturbações sociais encaminharam a empresa para grandes dificuldades. Contudo, o espírito introduzido pelo fundador e a manutenção da escola de desenho e pintura pelo pintor Duarte José de Magalhães estimularam a reorganização e modernização da empresa.

De 1922 a 1947, registou-se uma enorme renovação artística, destacando-se a colaboração de artistas de renome nacional, tais como Roque Gameiro, Raul Lino, Leitão de Barros, Piló, Delfim Maia, entre outros

Entre 1947 e 1968, a Vista Alegre realizou contactos internacionais, a formação de quadros técnicos especializados e a aquisição da principal concorrente, a Electro-Cerâmica. Na década de 1970, a fábrica deu importantes passos na sua modernização tecnológica e prestou mais atenção à formação de jovens pintores.

Em 1983, criou o Gabinete de Orientação Artística (GOA) e, dois anos depois, o Centro de Arte e Desenvolvimento da Empresa (CADE), com a finalidade de fomentar a criatividade e contribuir para a formação nas áreas de desenho, pintura e escultura. Conseqüentemente, nasceram as séries limitadas de peças de porcelana, chamadas de séries especiais e peças comemorativas.











Século XXI
Em maio de 2001, deu-se a fusão da Vista Alegre com o grupo Atlantis, formando o maior grupo nacional de utensílios de mesa e sexto maior do mundo nesse sector: o Grupo Vista Alegre Atlantis, que atua em diversas áreas. Em 2002 foi concluído um processo de reengenharia industrial, que permitiu aumentar a capacidade e volume de produção.

A 19 de Janeiro de 2009, o Grupo Visabeira lança uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre o capital da Vista Alegre. A empresa pagará um total de 12 milhões de euros pelas acções admitidas em bolsa.

leia mais sobre esta OPA: http://porcelanabrasil.blogspot.com/2009/04/visabeira-lanca-opa-vista-alegre.html

18 de março de 2009

vaso TASCA à venda













Uma visitante do blog está com um vaso TASCA à venda:


contatos:
Carla Albuquerque Valença Ferreira
carlaavf@hotmail.com
81-32276325
81-30833922
81-86453206
81-96053251


RESSALVA: não tenho nenhum interesse, lucro ou responsabilidade nesta venda; apenas estou fazendo um favor. toda a negociação deve ser feita DIRETAMENTE com a pessoa acima, e todos os riscos e responsabilidades são por conta do comprador e do vendedor.

O autor deste blog não assume qualquer responsabilidade por eventuais danos, perdas ou prejuízos a pessoas, empresas ou bens, originados desta negociação.

14 de março de 2009

feira da praça XV - 14/03/2009


prato infantil fundo


bandeja para bolo


prato raso de jantar


caneca para criança


bule de chá


bule de café


travessa rasa média

1 de março de 2009

nomes: Gerardo Pereira Otero





Decoração Angel Pereiro Soto e Filhos, em 1957 (foto acervo Gerardo Pereira Otero)

Em 1952, toda a família já se encontrava na cidade.

Em 1954 pai e filhos montaram um pequeno atelier de pintura em porcelana, dando-lhe o nome de Decorações Angel Pereira Soto (nome do pai).

Em 1955 montaram em novo endereço um atelier bem maior que o primeiro, e rebatizaram-no Decorações Angel Pereira Soto e Filhos. Este atelier funcionou até 1963.

Paralelamente, em 1956, pai e filhos tornam-se sócios de Antonio Aguiar, que tinha uma fábrica de faiança. Em 1960 compraram a fábrica da Porcelana Nice.

Mais tarde, com a mudança de sócios, esta fábrica mudou de nome para Porcelana Vigo, permanecendo em atividade até 1967, quando foi fechada.

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