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26 de abril de 2010

Pratos de porcelana ganham estampas de Star Wars

fonte: http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=curiosidades&cod=4152



Designer pinta personagens do filme Star Wars em peças tradicionais.



Angela Rossi achou uma maneira de usar os pratos herdados de sua avó. Ela resolveu pintar os personagens do filme “Star Wars” nos pratos de porcelana que sua mãe estava prestes a se desfazer.



A designer de Los Angeles, nos Estados Unidos, produziu cada prato manualmente, sem perder o desenho original. Agora, ela está vendendo as peças como obras de arte na. Cada prato custa em média US$ 35.







25 de abril de 2010

caneca "aza gato"

Hoje ao folhear as páginas de um catálogo de leilão de Porcelana Vista Alegre, tive a felicidade de encontrar reproduzida a ficha de registro de um modelo de caneca chamada "AZA GATO", criada em 1933.



Este modelo de caneca foi reproduzido no Brasil, pela fábrica "Porcelana São Paulo" (depois rebatizada de "Porcelana Teixeira".


caneca infantil
fabricação: Porcelana São Paulo
material: porcelana
decoração: decalque
datação: déc. 1950
cortesia coleção FÁBIO CARVALHO - RJ



A Porcelana São Paulo foi fundada pelos irmãos Teixeira, oriundos da fábrica Vista Alegre. Eles vieram ao Brasil para acessorar a implantação da fábrica carioca Porcelana D. Pedro II.

Alguns anos depois Virgílio Teixeira foi convidado a trabalhar em São Caetano do Sul, repleta de indústrias cerâmicas. Em 1939 os irmãos se uniram novamente, e começaram a produzir em um pequeno galpão à noite.

Finalmente, em 24 de junho de 1940, com o sucesso da primeira fornada de porcelana, fundaram a empresa Teixeira Barreto & Cia., posteriormente Virgílio Teixeira & Irmão.

jogo de café - Porcelana Saler



jogo de café
Porcelana Saler
porcelana
decoração com decalque chintz
déc. 1950
coleção site Porcelana Brasil

14 de abril de 2010

jogo para bolo - Fábrica Adelinas



jogo para bolo
Fábrica Adelinas
São Caetano do Sul - SP
pó-de-pedra
decoração art decó com aerógrafo e estanhola
1939/1942

8 de abril de 2010

Mariana Munhoz


fonte: http://www.finamoredecor.com.br/











Porcelana lúdica com animais silvestres

fonte >>

06/04/2010
por Maria Beatriz Gonçalves

Peças da designer alemã Hella Jongerius trazem atmosfera bucólica com ar kitsch para dentro de casa


As peças do estúdio de design e cerâmica alemão Jongeriuslab são uma tentação! Entre mesas, cadeiras e gravuras, estão peças de porcelana que dão um charme a mais a qualquer ambiente, indo desde as referências do Rococó até as influências contemporâneas do design. Na série Animal Bowls, a designer Hella Jongerius selecionou uma série de imagens de animais silvestres para criar peças únicas.

O formato do prato segue um conceito mais contemporâneo, ao passo que a imagem dos bichos remete vagamente à uma estética da porcelana clássica européia que se dedicava a reproduzir cenas bucólicas e imagens campestres, que agora ganharam um interpretação ao mesmo tempo lúdica e kitsch.



Tudo é feito à mão - desde o momento em que são esculpidas até a pintura - sem que haja qualquer forma ou estampa pré-definida. Ou seja, devido ao processo completamente artesanal, cada exemplar é único.

http://www.jongeriuslab.com

7 de abril de 2010

Surgida na China e "recriada" na Europa, porcelana é sinônimo de sofisticação à mesa


fonte: http://casaeimoveis.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/04/05/surgida-na-china-e-recriada-na-europa-porcelana-e-sinonimo-de-sofisticacao-a-mesa.jhtm?action=print
05/04/2010 - 07h00
por ANTÔNIO SAMPAIO
Colaboração para o UOL


Porcelana Schmidt, tradicional marca brasileira, modelo Renda Branca


Surgida na China entre os séculos 6 e 7, a porcelana é um material feito a partir de uma espécie de argila branca (caulim) queimada a altas temperaturas (mais de 1.200ºC). A delicadeza das porcelanas chinesas atraiu a atenção dos portugueses, que, no início do século 16, foram os primeiros a comercializar vasos, pratos e outros objetos decorativos para a Europa. Lá, eram vistas como símbolo de requinte e preciosidade desde o século 13, quando haviam sido levadas ao continente pela primeira vez por Marco Polo.

Depois dos portugueses, foi a vez dos ingleses se firmarem como os maiores comerciantes de porcelana chinesa na Europa, e logo se iniciou uma corrida para descobrir a "receita" daquele material cuja pureza e resistência o aproximavam do vidro e dos minerais puros. Sua história no Ocidente traz ingredientes romanescos, que envolvem cientistas, charlatães, nobres, piratas e industriais em episódios de espionagem e intriga internacional.

Os ingleses chamaram-na pelo nome de seu local de origem, "china". Já os italianos acharam que suas características eram tão parecidas às de uma concha, que se basearam no nome de um molusco, "porcella" ("porquinha" em português), para criar "porcellana", palavra que passou à maioria das línguas latinas. O molusco que inspirou a analogia, por sua vez, deve seu nome a uma suposta semelhança com a vagina de uma leitoa --dado que acrescenta ainda um toque "lúbrico" à história da porcelana.

A primeira fórmula européia é atribuída aos alemães Ehrenfried Walther von Tschirnhaus, cientista, e a Johann Friedrich Boettger, alquimista que alegava ser capaz de curar qualquer doença e de transformar pó em ouro. Tschirnhaus fundou a Meissen, primeira fábrica de porcelana europeia, em atividade até hoje. Há relatos de que a porcelana criada por Boettinger era tão resistente a choques térmicos, que podia ser tirada diretamente do forno e lançada na água fria.

Outras receitas de porcelana surgiram na Europa, gerando produtos com qualidades e características diferenciadas. A França se notabilizou na produção de uma porcelana muito branca e pura, na cidade de Sèvres, cujo nome logo se tornou sinônimo das delicadas peças ali produzidas.

Os ingleses detêm o crédito de terem inventado uma porcelana de grande dureza e muito translúcida, conhecida como "fine bone", feita a partir das cinzas de ossos. A invenção inglesa, que a princípio tinha o intuito de competir com a porcelana importada, foi tão bem sucedida que passou a ser fabricada em outros países, inclusive na China. Na Inglaterra, a história da porcelana tem ainda como um de seus personagens o cientista Charles Darwin, pois foi graças ao dinheiro que ele herdou das porcelanas Wedgwood, fundada por seu avô, Josiah Wedgwood, que ele pode dedicar toda sua vida aos estudos que o levaram à teoria da evolução das espécies.

Hoje, a porcelana ainda é tida como o material por excelência na fabricação de aparelhos de jantar, serviços de chá e baixelas em geral. Os desenhos e formato das peças mudaram com o tempo, mas as características que a consagraram continuam inalteradas, seja em peças de antiquário ou em criações de novos designers.

5 de abril de 2010

pelos blogs: Guarda-louças


fonte: blog da Retrô
05/04/2010
http://blogdaretro.uol.com.br/?p=3013
por Acácio Morais



Em se tratando de bules de chá de várias procedências e porcelanas da manufatura Mauá, essa coleção de Ney Rugerio Laux não é para pôr na mesa.



Com 12 anos de colecionismo, ele já tem um acervo de respeito: mais de 170 bules do mundo inteiro e uma grande quantidade de aparelhos de jantar, café, chá e pratos de diversos tamanhos e formas, todos com a marca da indústria brasileira Mauá na base das mesmas. “Tenho tanto apreço pela minha coleção que não coloco em uso por nada. Nem em ocasiões especiais”, garante.



Arquiteto por formação, Laux tomou gosto por arte e antiguidades durante a faculdade. Atuando no ramo da gastronomia, viu despertar a paixão pelas louças, principalmente pelo design, decoração e outros detalhes, quando abriu uma loja de chá, em 1999, e depois um restaurante, o Pátio São Paulo, localizado no bairro da Granja Viana, em Cotia (SP). “Comecei a observar com mais interesse a Porcelana Mauá e gostei do elevado grau de apuro técnico, do desenho floral e do acabamento”, explica admitindo que seu dom para cozinhar veio da influência de seu pai, Benno Laux.



Nascido em Marquês de Souza (RS) e morador da capital paulista desde 1997, Laux revela que seu acervo é formado por tudo o que leva a palavra Mauá, seja através da marca genuína da manufatua, dos símbolos que foram utilizados ou do nome da cidade paulista. “Geralmente, algumas peças eram chamadas de trenzinho, de pê ou de sol por conta dos desenhos impressos. Por completa falta de registro, nunca tive como balizar a originalidade das minhas peças”, lamenta.



Após muito pesquisar, Laux conseguiu obter as primeiras informações sobre a Porcelana Mauá. Por esse motivo, está organizando a sua coleção, como fez com a de bules, que foram fotografados e catalogados (descrição, origem, fábrica, data e preço).



Mesmo sem achar algum item muito valioso nas suas andanças pelo Brasil e exterior, ele sempre está atento e vasculha em leilões, lojas e feiras de antiguidades. “Colecionar é, além de um hábito, um grande prazer”, declara.


observações do blog Porcelana Brasil:

- Há peças de duas fábricas completamente distintas neste artigo do blog da Retrô: peças da Porcellana Mauá (fotos 1,2,4 e 6) e peças da Fábrica de Louça de Pó de Pedra Paulista ou Cerâmica Mauá (fotos 3 e 5), dependendo do período de fabricação (o nome foi mudado em 1943).
- Há várias outras marcas de louça de fábricas da cidade Mauá, todas geralmente confundidas com (ou trocadas para) a Porcellana Mauá, como explicado no artigo Nem tudo que vem de lá é "Porcellana Mauá".

4 de abril de 2010

Cerâmica Weiss: advogado é preso por danificar área analisada pelo Tombamento Histórico


matéria e imagens: VNews
30/03/2010
fonte: http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=68971

Segundo PM, o trator da construtora danificou telhado da antiga cerâmica

O advogado de uma construtora de São José dos Campos foi preso hoje (30) por danificar uma área que está em análise para ser tombada pelo Patrimônio Histórico.

Os antigos proprietários da Cerâmica Weiss, uma da mais antigas empresas de São José dos Campos, acionaram a Defensoria Pública e a promotoria alertando que a construtora Goldfarb, atual proprietária da área, colocou um trator dentro da fábrica.



De acordo com a Polícia Militar, ao colocar o veículo na área, a construtora danificou parte do telhado do prédio. O imóvel está em processo de tombamento histórico, avaliado pelo Conselho Municipal de Patrimônio Público. E até que o projeto seja concluído nada pode ser feito no local.

A equipe de reportagem da Rede Vanguarda tentou falar com a construtora Goldfarb, mas nenhum representante foi encontrado pela equipe. As oito famílias que ocupavam o local saíram da área hoje por causa de um processo de reintegração de posse.

Acordo com construtora retira seis famílias da Cerâmica Weiss


Seis famílias tiveram que desocupar ontem o prédio da antiga Cerâmica Weiss, na zona norte de São José dos Campos, após acordo firmado com a construtora Goldfarb, proprietária do terreno.
Considerado por muitos um patrimônio histórico da cidade, o prédio que abrigava as famílias e mantinha dois comércios começou a ser desocupado após tumulto entre moradores, polícia e representantes da construtora.
“Fizemos um acordo e as famílias vão sair porque a construtora disse que vai nos indenizar. O problema é a maneira como eles trataram o assunto. Já chegaram aqui querendo demolir tudo”, disse a estilista Rosa Weiss, 52 anos, cujo pai era um dos moradores do local.
Segundo ela, o prazo combinado com a construtora para a saída dos moradores era até às 15h, porém alguns funcionários se anteciparam e teriam retirado uma parte da parede para a entrada de uma máquina. “Até podemos sair, mas o problema é a forma como estamos saindo, por meio de muita pressão e sem documento nenhuma da prefeitura.
Eles ainda não podem demolir esse prédio”, disse Rosa.



De acordo com a Secretaria de Planejamento Urbano de São José, não foi emitido alvará para que o prédio fosse demolido. A equipe do Departamento de Patrimônio Histórico da Fundação Cultural Cassiano Ricardo acompanhou de perto a situação, e afirmou que um processo de tombamento do prédio ainda estaria em análise desde abril do ano passado.
“É uma injustiça, pois esse prédio faz parte da história da cidade. Patrimônios não devem ser demolidos”, disse Cosme Vítor, coordenador da Central de Movimentos Populares do Estado de São Paulo.

OUTRO LADO

De acordo com a assessoria de imprensa da Goldfarb, o imóvel pertence à construtora desde 2008, após ter sido adquirido em leilão, e os moradores tiveram mais de um ano para programar a mudança. A assessoria informou ainda que o acordo foi concluído na semana passada, juntamente com a Defensoria Pública do município, e que a empresa já teria indenizado os moradores. O objetivo da construtora é preservar os moradores antigos da vila por meio da doação do imóvel.

fonte:
Jornal Valeparaibano
31 DE MARÇO DE 2010
por Simone Siqueira

3 de abril de 2010

Famílias lutam na justiça para permanecerem no local onde funcionava a Cerâmica Weiss


matéria e imagens: VNews
29/03/2009
fonte: http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=46430


Cerca de 30 famílias que vivem no espaço onde funcionava a antiga fábrica Cerâmica Weiss, em São José dos Campos, lutam na justiça pelo direito de permanecer no local.

E a pergunta que elas querem ver respondida é: quem tem mais direito sobre a área, os atuais moradores ou a construtora que comprou o terreno?

Algumas peças viraram relíquias, estão em brechós e nas mãos de colecionadores. No passado, receberam até prêmios nacionais.



As cerâmicas coloridas e com temas tropicais que restaram da Weiss estão expostas no antigo prédio da fábrica. Uma exposição informal, feita por ex-funcionários, pra não deixar morrer a história da empresa.

A Cerâmica Weiss nasceu em 1942, de uma outra fábrica também de louças, a Santo Eugênio, a primeira de São José dos Campos.

Em pouco tempo, conquistou o mercado nacional e chegou a exportar para os Estados Unidos, Japão e Europa. Mas na década de 90 ela não resistiu à concorrência de artigos importados e fechou as portas.

O prédio, hoje em ruínas, fazia parte da massa falida da empresa até o ano passado. Mas agora foi vendido para uma construtora de Campinas. E a nova proprietária tem planos para a área de mais de sete mil metros quadradros.

O problema é que ela não está vazia. Muitos ex-funcionários continuam no local. Roberto Gandra, que mora há mais de 10 anos lá, se assustou com a chegada de uma oficial de justiça. “Ela não entregou pra eu ler nem assinar, disse que não precisava, que era uma ordem do juiz, que ela só veio avisar que ia ser cumprida a ordem de desapropriação da área”.

Ao todo, 26 famílias vivem hoje na área da antiga fábrica de cerâmicas. Na Vila Industrial, em cada casa, há pelo menos um ex-funcionário. Gente que passou a vida inteira fazendo cerâmica. E que mora lá há mais de 60 anos.

Os moradores se mobilizam num abaixo-assinado. Querem pedir à prefeitura que faça o tombamento do prédio e revitalize a área. Quem está engajada nessa campanha é uma das netas do antigo dono da cerâmica.




Rosa Weiss também tem no local uma confecção de roupas informal e pode ser despejada. “A gente imagina fazer um museu, onde se tratasse da história da industrialização. Ou um escola de cerâmica, porque tem muita coisa aí que ainda pode ser utilizada em uma escola voltada para a população”.

Os moradores do galpão e da Vila Industrial recorreram à Defensoria Pública. É ela quem vai defendê-los nessa batalha judicial pela posse da área. “A posse que essa famílias tem já vem de longa data, isso caracterizaria, em tese até, a aquisição da propriedade por uso capião. Então nós estamos querendo justamente levar ao judiciário esta discussão, pra que se preserve os direitos dessas famílias à moradia”.

A construtora Goldfarb, que comprou o prédio, não quis comentar quais são os planos dela para a área. A prefeitura disse que pretendia tombar a fábrica, mas constatou que o interior dela já foi modificado e por isso desistiu da idéia. E na justiça corre o processo de uso capião do local.

2 de abril de 2010

prato de sobremesa - Cerâmica Santa Rita



prato de sobremesa
Cerâmica Santa Rita
pó de pedra
decoração com estanhola e aerógrafo
déc. 1940
cortesia coleção WASHINGTON MARCONDES - SP

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