Google Translator - choose your language

28 de janeiro de 2012

potes de cozinha - Cerâmica Campo Largo



potes de cozinha
Cerâmica Campo Largo
Campo Largo - Paraná
faiança
decoração com uso de estanhola
circa déc. 1950

fonte: site Mercado Livre

19 de janeiro de 2012

xícara de chá e prato de sobremesa - Pátria Ind. e Com. de Louças



xícara de chá e prato de sobremesa
Pátria Ind. e Com. de Louças
Guarulhos - São Paulo
porcelana
decoração com decalques e detalhes em ouro
fabricado entre 1957 e 1979

fonte: site Mercado Livre

18 de janeiro de 2012

Schmidt sai de São Paulo para cortar despesas

Lara, presidente da Schmidt, que está em recuperação judicial desde 2008, garante
que o pior já passou:  "Em novembro e dezembro voltamos a operar no azul"
fonte: http://www.valor.com.br/empresas/1199750/schmidt-sai-de-sao-paulo-para-cortar-despesas
Jornal Valor Econômico | 17/01/2012 | Por Marli Lima

A fabricante de porcelanas Schmidt dará início hoje a mais uma etapa do processo de enxugamento de custos e recuperação de margens que começou há 15 meses, quando estava prestes a fechar as portas. A empresa vai desativar a unidade de Mauá, interior de São Paulo, e transferir para Campo Largo, no Paraná, o trabalho de decoração de peças que era executado lá. Serão feitas 250 demissões até o fim do mês e o restante do pessoal, de um total de 389, deve receber o aviso de desligamento em fevereiro e março.
A intenção é vender para construtoras o terreno de 70 mil metros quadrados localizado no centro do município paulista, avaliado em cerca de R$ 40 milhões, e usar o dinheiro para o pagamento de dívidas e para fazer investimentos em modernização.
Parte da estratégia executada até agora já envolveu a negociação de ativos. A Schmidt tinha 69 imóveis, entre urbanos e áreas de reflorestamento, e metade foi vendida para quitar débitos trabalhistas (R$ 15 milhões em 2011), impostos atrasados e empréstimos. A empresa, que entrou em recuperação judicial em 2008, ainda acumula dívidas de R$ 200 milhões, mas seu presidente, Nelson Lara, garante que o pior já passou. "Em novembro e dezembro voltamos a operar no azul", conta.
O faturamento, que foi de R$ 70 milhões em 2001, despencou para R$ 46 milhões em 2010 e, no ano passado, chegou a R$ 75 milhões, mas com prejuízo de R$ 8 milhões no exercício. Com os planos em andamento, o objetivo é alcançar R$ 120 milhões em receitas em 2012 e, com o fechamento de Mauá, que gerava R$ 1 milhão em prejuízo por mês, voltar a dar lucro. Os investimentos para o ano estão estimados em R$ 6 milhões.
Lara estava afastado da Schmidt desde 2001, depois de ter trabalhado 23 anos na área comercial. Ele foi casado com uma das sócias e estava atuando como consultor quando foi chamado para voltar, em setembro de 2010. Na ocasião, parte da família, detentora de 68% das ações, decidiu retirar do comando Harry Schmidt, que ocupava o cargo de presidente, e seu filho Walter, que era diretor financeiro. Eles são donos de 32% da empresa e comandavam o negócio desde a morte de um dos fundadores, Arthur, em 1993. A situação não era boa.
Entre julho e agosto de 2010, a fabricante de porcelanas criada em 1945 ficou sem produzir por 45 dias. "Os 1,1 mil empregados estavam sem perspectivas de futuro, não havia estoque e clientes e fornecedores não tinham expectativas", lembra Lara. Foi com a antecipação de R$ 1,5 milhão feita por dois clientes que a produção recomeçou. "Compramos matéria-prima, demos R$ 400 para cada empregado e pedimos para eles voltarem a trabalhar", lembra.
A concorrência com a porcelana chinesa, hoje dona de aproximadamente 60% do mercado brasileiro, fez mal para a Schmidt, mas na opinião de Lara foram decisões erradas que levaram a empresa a se afundar.
Na sua avaliação, a direção da companhia errou ao promover especializações das fábricas, a partir de 1994. Em Pomerode (SC) são feitas xícaras, pires e canecas; de Campo Largo (PR) saem pratos, travessas e bules; e em Mauá (SP) era feita a decoração das peças, com pintura e colocação de decalques.
"A logística ficou complexa", afirma o executivo. "O custo de ter três unidades não fazia mais sentido", diz, sobre a decisão de fechar as portas de uma delas.
Um forno de decoração já foi transferido para o Paraná há cinco meses e outro virá em breve. Em Campo Largo (PR), a empresa contratou 200 pessoas e outras 50 devem ser chamadas. Vilmar Fior, por exemplo, que aprendeu a filetar manualmente as peças com ouro líquido nos anos 80 na Schmidt, estava trabalhando em outra empresa e foi chamado para voltar.
Outra estratégia classificada como errada, tomada em 1998, foi a abertura de 18 lojas próprias. Além das despesas geradas pela decisão, Lara diz que foi criada uma confusão no mercado e a Schmidt passou a concorrer com o varejo. Hoje, há apenas três lojas, instaladas ao lado das fábricas.
Com o passar do tempo e as dificuldades de caixa, a marca, que era símbolo de status, fazia parte de quase todas as listas de casamento, estava nas porcelanas da presidência da República e nos melhores hotéis e restaurantes, envelheceu.
Além das chinesas, mais baratas, concorrentes como Oxford e Germer ganharam espaço. "Quando há falta de dinheiro, você desvia o foco e passa a pensar só nisso", diz Lara.
Hoje, os jogos de jantar tradicionais, decorados com flores, ainda respondem pela maior parte das vendas, mas a empresa passou a fazer peças mais modernas e vai reduzir o portfólio. Em vez de 1.870 artigos, passará a fazer cerca de 300, e deixarão de ser produzidos itens como cinzeiros e copos para ovos. O cliente que quiser algo especial, como os exibidos em salas e paredes da fábrica de Campo Largo (PR), vai pagar mais caro.
Lara observa que há um grande potencial de venda no segmento de bares, hotéis e restaurantes, devido ao crescimento do turismo e de eventos esportivos que o Brasil vai sediar.
O executivo acredita que, como os pagamentos estão em dia, a recuperação judicial possa ser levantada em breve, abrindo as portas do crédito bancário.
Em fevereiro, a Schmidt passará a ter escritório em São Paulo, focado na área comercial. "Vou ficar dois dias em São Paulo, dois no Paraná e um visitando clientes", conta o executivo, que tem outros planos para o futuro.
"Meu sonho é deixar Pomerode voltada para o varejo e Campo Largo para bares, hotéis e restaurantes", conta. "Vamos pensar nisso em dois ou três anos."
Questionado sobre a possibilidade da entrada de um sócio, como foi estudado em 2010, ele não descarta a possibilidade, mas diz que "ainda não é o momento".
Em relação a estratégias para recuperar o espaço perdido, afirma que a tentativa de acompanhar o preço chinês foi um erro. "Dobramos os preços em quatro meses", conta. "Alegamos que em dez anos não fizemos reajustes."
"O que temos de melhor é a marca e a tecnologia", diz o presidente da Schmidt. Mas se nada for feito pelo governo para frear o crescimento das fabricantes chinesas, ele não descarta a possibilidade de também virar um importador. "Não corremos mais riscos, mas a situação ainda exige cuidado."

17 de janeiro de 2012

bibelô - Cerâmica Santanna



bibelô
4,5 (D) x 4,5 (H) cm
Cerâmica Santana S/A
Pedreira - SP
1957 / 1966
porcelana
decoração com decalque e detalhes em ouro

15 de janeiro de 2012

Alice by Rachel Boxnboim

fonte: http://www.dezeen.com/2011/07/21/alice-by-rachel-boxnboim/

Alice by Rachel Boxnboim

Israeli designer Rachel Boxnboim has cast a ceramic tea service inside fabric moulds. Called Alice, the pieces retain the texture and seams of the fabric from which they were formed.

Alice by Rachel Boxnboim

Boxnboim pours the liquid clay into stitched moulds and gradually syringes it out again, leaving a thick layer clinging to the inside of the fabric.

Alice by Rachel Boxnboim

The cloth burns away when fired, leaving the delicate ceramic vessels behind.

Alice by Rachel Boxnboim

Boxnboim developed the process while studying at the Bezalel Academy of Arts and Design in Jerusalem.

Alice by Rachel Boxnboim

Photographs are by Oded Antman.

Alice by Rachel Boxnboim

Here are some more details from the designer:


My work started with my decision to saw a kettle. I took the measurements from my mothers old tea kettle and when i was finished – i had a mould.

Alice by Rachel Boxnboim

In this project I made a connection between a soft material (fabric) and a hard material (ceramic), perpetuating and preserving the properties of the fabric. The ceramic takes on the texture of the fabric and the appearance of the seams, and looks like a kind of hardened textile.

Alice by Rachel Boxnboim

The utensils are useful and contain an element of surprise.

Alice by Rachel Boxnboim

The work included trying out different patterns and different fabrics, the form of the utensil being determined by the pattern, or considerably influenced by the fabric, and changing from utensil to utensil.

Alice by Rachel Boxnboim

Blaue Blume by Undergrowth Design at The Temporium

fonte: http://www.dezeen.com/2010/11/23/blaue-blume-by-undergrowth-design/

Blaue Blume by Undergrowth Design

The Temporium: this tea service by Tina Tsang of London design brand Undergrowth Design is the latest addition to the designer gifts on sale at our pop-up store The Temporium in London next month.

Blaue Blume by Undergrowth Design

Called Blaue Blume, the range features a pair of legs that stick out of the ceramic objects, forming handles and spoons.

Blaue Blume by Undergrowth Design

The collection includes a teapot, milk jug and tea cup all with legs for a handle, a cake stand, plates and a sugar bowl in the shape of a bathtub.

Blaue Blume by Undergrowth Design

Some of the products have an inscription on them, inviting you to use the object.

Blaue Blume by Undergrowth Design

The Temporium runs from 9-19 December at 221 Brompton Road, London SW3 2EJ. Click here for full details plus a list of participating designers and brands.

Blaue Blume by Undergrowth Design

Here’s some more information about the collection:


BLAUE BLUME TEA SERVICE
Blaue Blume was first conceived in 2007 when Tina Tsang decided to fuse ceramics with handmade antique lace. Her interdisciplinary background in illustration, fashion and animation come through in the design of all her products. She creates products that had character, charm, wit and seductive qualities that are elements that make the range irresistible and adorable. Blaue Blume aims to transform the traditional ritual of afternoon tea into a fun and flirtatious affair.

Blaue Blume by Undergrowth Design

Since the launch of the first teacup the range has expanded extensively due to demands and requests from catering companies and retailers. So far the range features a petit four stand (3 tiers with legs in whipped cream, mmm and a baby doll head), a milk jug, sugar bath (features a bathtub as the sugar container with legs as the sugar spoon), 3 sizes of cups, plates, a teapot and an ice cream bowl (features an upside down woman with upturned skirt). We have also made specific spoons to match the different cup sizes of the range in which E corresponds to the espresso cup, T for tea cup and C for coffee cup.

Other defining features include 9k gold shoes and inscriptions that are all handmade in London. Other products from undergrowth include: Interference range of salt and pepper shakers, Wash away soap dispenser, Art of the bottle, Lovesick bunnies, Atmospheric glass tumblers & wonderland cutlery. MORE additional NEW items in AUG 2010 release.

Blaue Blume by Undergrowth Design

DESIGN APPROACH
Undergrowth design breathes life into everyday objects to create an other- worldliness that tickles the imagination coupled with a mysterious or nostalgic feel. We love high attention to detail since we feel this part of the process enables a strong mood or feeling to be built by using the subtle details in the work. I also like to play with subconscious elements that create a strong sense of symbolism with memory evoking functions. We aim to make products that become an integral part of the customers identity and style and that is able to continually to enthral the user. We strive to make objects that become household conversation pieces.

Dirty Rotten Peaches by Rebecca Wilson

fonte: http://www.dezeen.com/2011/08/27/dirty-rotten-peaches-by-rebecca-wilson/

Dirty Rotten Peaches by Rebecca Wilson

These racy figurines by ceramicist Rebecca Wilson are cast from pieces of fruit. 

Dirty Rotten Peaches by Rebecca Wilson

Wilson cast the Dirty Rotten Peaches series from actual peaches, in stained porcelain, then decorated them with a piping bag normally used for confectionary.

Dirty Rotten Peaches by Rebecca Wilson

Dirty Rotten Peaches by Rebecca Wilson

Here’s some text from Rebecca Wilson:


Dirty Rotten Peaches are part a body of work entitled Eat Me; Keep Me, which aims to turn everyday items into a collage of pleasurable extravagance.

In exploring the parallels between ‘valuable’ and ‘everyday’ I have drawn a symmetry of opposites between porcelain and confectionary items; both are similarly self indulgent, inspire desire and are coveted, but both are fundamentally frivolous.

Found objects and fruits are cast in subtly stained porcelain, and details are delicately piped using an icing bag. In ‘Dirty Rotten Peaches’ the innocent fruits transform tantalisingly into voluptuous little ladies bottoms sprouting delicate gold leaves and other unmentionable creamy things.

I aim to remove the formality of the materials so they simply drip with the desire of momentary self-indulgence: chocolate, strawberries, cherries, and peaches ooze frivolity, laced with a slightly sinister edge.

Blue D1653 by Arian Brekveld, Chris Koens and Damian O’Sullivan for Royal Delft

fonte: http://www.dezeen.com/2011/12/01/blue-d1653-by-arian-brekveld-chris-koens-and-damian-osullivan-for-royal-delft/



Traditional Dutch porcelain company Royal Delft have launched a new contemporary brand, Blue D1653, including this set by Arian Brekveld that looks as though the blue emblems have slipped down the rim of each dish.



The first collection also features Brekveld’s white bottles with decorative collars, plus tiles for serving tapas or sushi divided into sections that play with Royal Delft motifs and vases that split into two smaller containers by Damian O’Sullivan.



Chris Koens contributed a rounded tea pot with a pebble-like lid and a set of rings decorated with Royal Delft patterns.




Royal Delft
Call it contemporary nostalgia, new originality or the purest form of Dutch Design; Blue D1653 brings together the best design of two eras in one collection.



With the Blue D1653 collection Royal Delft combines the time-honoured trade of the Master Painters with the powerful design of modern Dutch Designers.



Interaction between the present day and history, expressed in a unique collection of decorative objects and consumer products for food, mood &lifestyle.



Royal Delft, The original Blue
Royal Delft was established in 1653 and since then has been the largest and most important producer of Delft Blue.



Today it is the only remaining producer in Delft from the 17th century.



The assortment varies from classic to modern design and tradition is the binding factor.



Through the introduction of Blue D1653, Royal Delft shows that, in addition to tradition, innovation also comes from Delft.



A new idea that feels like a plausible further elaboration of the Delft tradition.



Blue D1653 gives Delft Blue meaning in the lives of a new group of people.



Contemporary Masters
The Blue D1653 products are designed by the (Dutch) guild masters of the 21st century; modern, known Dutch Designers.



They invent and develop new products, taking their inspiration from the Royal Delft Master Painters.



These painters paint the refined guild artwork of the earthenware and have learned through tradition and strict selection.



The cooperation between the Designers and Royal Delft Master Painters results in products which have a distinct character; Delft Blue meets Dutch Design.



Soulful Design
The connection between history and the present day gives Blue D1653 a unique character; design with a real soul.



Reference is also made to that in the name: ‘Blue D’ is a light-hearted reference to Delft Blue which, by adding the year 1653, places its roots in history.



Blue D1653 gives the ancient craft of Delft Blue a contemporary stage for a new audience.



Interaction between the present day and history, expressed in a unique collection of decorative objects and consumer products for food, mood & lifestyle.
Designers: Damian O’Sullivan, Arian Brekveld & Chris Koens
Master Painters: Caroline Hartman, Simon van Oosten & Paul Bartels

Hybrid Collection by CTRLZAK studio for Seletti

fonte: http://www.dezeen.com/2012/01/04/hybrid-collection-by-ctrlzak-studio-for-seletti/


Art and design studio CTRLZAK have launched a collection of tableware where half of each piece resembles traditional Chinese porcelain and the other side features a European design.



Based on an earlier collection of one-off pieces, the new commercial range for Italian brand Seletti is intended to highlight the mixing of aesthetics between Western and Eastern production.


Unlike the earlier CermamiX range, the plates, bowls and cups in the new Hybrid collection are cast as single objects in bone china.


The two halves of each object are then decorated with different colours and motifs.



Here’s some more information from CTRLZAK:

SELETTI & CTRLZAK present: Hybrid
Seletti presents the Hybrid collection designed by CTRLZAK studio.

A line of tableware reflecting on the historical production of Chinese and European porcelain and its’ centuries of cross-fertilisation between Western and Eastern aesthetics.


The pieces in the collection are graphically divided between east and west with a coloured line marking the boundary between the two styles and, paradoxically, strengthening at the same time the union.


The Hybrid collection looks at the present while reflecting on the irony of history proposing consequently an evocative contemporary interpretation.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...