
prato de sobremesa
Porcellana Mauá
porcelana
decoração por decalques e filetes em ouro
déc. 1940
coleção Porcelana Brasil
17 de outubro de 2010
prato de sobremesa - Porcellana Mauá
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bule - Cerâmica Porto Ferreira
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bule de café
Cerâmica Porto Ferreira
faiança
decoração por filetes azuis
déc. 1930
coleção Porcelana Brasil
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16 de outubro de 2010
peças de jogo de chá - Fábrica de Louças Zappi

peças de jogo de chá
Fábrica de Louças Zappi
louça de pó de pedra
decoração com transfer complementado com pintura à mão livre
circa déc. 1950
coleção site Porcelana Brasil
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6 de outubro de 2010
Análise arqueológica diferencia louça brasileira da inglesa
fonte: http://www.usp.br/agen/?p=35762
por: Rafaela Carvalho
1 de outubro de 2010
A análise arqueológica de uma fábrica de louças desativada nos anos 1930, no bairro da Lapa, em São Paulo, revelou que a fabricação de louças brancas no País não tentava agradar apenas as elites. Apesar da influência pós-colonial da Europa, havia um diálogo da fábrica para com a cultura local. Segundo o historiador Rafael de Abreu e Souza, o sítio arqueológico de nome Petybon trazia o material em diversas etapas de fabricação, possibilitando a diferenciação do produto brasileiro em relação ao produto inglês entre as décadas de 1910 e 1930. “A análise da cerâmica, do esmalte e do tipo de pasta usados na fabricação dessa louça brasileira tornam possível a identificação do produto nacional”, conta o pesquisador.
Em seu estudo apresentado no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), Souza conseguiu traçar a cadeia produtiva da louça e perceber detalhes estéticos que eram característicos da cultura brasileira, comprovando que o produto não era inglês.
Louças mostram industrialização e adaptação ao cotidiano dos brasileiros
A popularização da louça chega ao Brasil no começo do século 20 — a fábrica pesquisada, por exemplo, foi aberta em 1913. É um momento, segundo Souza, de paranoia higienística, de combate a materiais porosos e de projetos elitistas de modernização, como a Revolta da Vacina.
Um exemplo do “diálogo” da fábrica com a cultura local, segundo o historiador, é a grande quantidade de tigelas que encontradas no sítio. “O hábito dos brasileiros mais simples era de se alimentar sem o uso de talheres, colocando a comida em cuias de cerâmica e pegando-a com as mãos. As fábricas de louça, percebendo esse hábito, fabricaram tigelas, que ganharam popularidade no Brasil”, descreve.
A louça analisada também tinha características estéticas que comprovavam sua origem e adaptação brasileiras, como os desenhos e as cores utilizadas. “Nessa época, Brasil começava a se industrializar e o êxodo rural ganhava força. Então, o que se vê desenhado nas louças é a representação de motivos ligados ao tema do bucólico, com a natureza em alta.” Pintura de flores e frutas eram as mais comuns, enquanto nas pinturas de louças inglesas, via-se pinturas como castelos. “Além disso, as cores das pinturas eram muito diferentes. Enquanto na Europa havia o hábito de usar roxo e azul, aqui no Brasil eram usadas cores mais quentes, como amarelo, vermelho e laranja”, conta Souza.
Ambiente de trabalho
A pesquisa, porém, não se limitou apenas às características da louça. Coletando materiais no sítio Petytbon, Souza percebeu que alguns materiais mostravam as formas por meio das quais os operários se adaptavam ao ambiente fabril opressor dá época. O historiador conta que há uma louça com uma inscrição “caipira Rafael”, feita a lápis. “Pode ser uma piada, uma brincadeira… é uma das formas que o operário encontrou para sobreviver naquele cotidiano”, explica.
O pesquisador também conta que, em algumas louças, é possível ver impressões digitais, o que fortalece a presença do operário e do ser humano nas fábricas. “As digitais mostram que o ser humano estava lá, mesmo em meio a um ambiente organizado em cadeias de produção taylorista.”
A cultura material, segundo Souza, é fundamental para entender o comportamento das sociedades. “O diferencial de um trabalho de arqueologia do mundo recente [no caso, do século 20] é poder conversar com pessoas que viveram aquilo. Há um conceito muito conservador de tempo, que diz que a arqueologia só pode estudar algo que aconteceu séculos atrás e isso não é verdade. A arqueologia do mundo recente é mais engajada com a comunidade.”
A dissertação de mestrado Louça branca para a Paulicéia: arqueologia histórica da fábrica de louças Santa Catharina / IRFM – São Paulo e a produção da faiança fina nacional (1913-1937) foi apresentada ao MAE no dia 18 de março de 2010 e orientada por Margarida Davina Andreatta.
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2 de outubro de 2010
prato de sobremesa - Fábrica de Louças Adelinas

prato de sobremesa
Fábrica de Louças Adelinas
São Caetano do Sul - SP
louça de pó de pedra
decoração com decalques
1937+
coleção site Porcelana Brasil
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palavras-chave: Adelinas
1 de outubro de 2010
Artista cria réplicas das armas de James Bond feitas de porcelana

fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI174362-17180,00.html
A artista plástica designer e arquiteta americana Yvonne Lee inovou em seu projeto artístico unindo dois universos que aparentemente não se relacionavam: criou réplicas das pistolas usadas pelo personagem do cinema James Bond (PPK e P99) feitas em porcelana. De acordo com ela, “essas armas frágeis, pintadas em estilo clássico, despertam no consumidor um questionamento em relação ao prazer do luxo e o desconforto da violência”.

comentário: na verdade, não há nenhuma grande novidade em fazer armas de fogo em porcelana. Várias artistas já o fizeram, de forma até mas pungente do que estas, que na verdade são armas adocicadas, domesticadas, efeminadas.
Aqui mesmo no blog eu já postei fotos de outros artistas que fizeram armas de fogo ou similares em porcelana ou faiança:
Charles Krafft: http://porcelanabrasil.blogspot.com/2009/12/charles-krafft.html
Barnaby Barford: http://porcelanabrasil.blogspot.com/2009/04/o-artista-barnaby-barford-retrata.html
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palavras-chave: arte
23 de setembro de 2010
travessa redonda alta - Fábrica de Louças Adelinas

travessa redonda alta
Fábrica de Louças Adelinas
São Caetano do Sul - SP
louça de pó de pedra
decoração com uso de estanhola e trincha
1933/1936
coleção site Porcelana Brasil
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20 de setembro de 2010
saladeira - Fábrica de Cerâmica Porto Alegrense

saladeira
Fábrica de Cerâmica Porto Alegrense
louça de pó de pedra
decoração com uso de estanhola e aerógrafo
déc. 1920/1930
coleção site Porcelana Brasil
malga média - Fábrica de Louças São Zacarias - Colombo

malga média, de consumo individual
Fábrica de Louças São Zacarias
louça de pó de pedra
sem decoração
1902/1909
coleção site Porcelana Brasil
Atualmente se conhecem menos de 20 peças desta fábrica, sendo que menos de 10 se sabe a localização atual das peças, sendo apenas 5 em coleções públicas, e as demais em coleções particulares.
Graças à dica do meu amigo Washington Marcondes, agora sou o mais novo proprietário de uma peça da mais antiga fábrica de louças do Brasil, que começou a operar no final do séc. XIX.
O mais interessante sobre esta peça é que, muito diferentemente de todas as demais, que são quase todas peças decorativas, esta é uma peça extremamente simples, de uso diário e popular, e pelo visto, foi mesmo muito usada por seus donos originais.
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5 de setembro de 2010
saladeira - Fábrica de Louças Santa Cruz
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saladeira
Fábrica de Louças Santa Cruz
louça de pó de pedra
decoração com decalques e filetes em ouro
déc. 1938/51
coleção site Porcelana Brasil
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palavras-chave: Santa Cruz