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Mostrando postagens com marcador Cerâmica Mauá. Mostrar todas as postagens
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Vaso | Cerâmica Mauá


Vaso
Cerâmica Mauá
Mauá - SP
faiança
decoração com relevo moldado, esponjado, carimbos com retoques à mão

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fonte: lojadestempo.com.br

Xícara de chá | Cerâmica Mauá


Xícara de chá
Cerâmica Mauá
faiança (pó de pedra)
decoração com verniz colorido
cortesia Antiguidade Potiguar

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Caneca infantil | Cerâmica Mauá


 
Caneca infantil com pires
Cerâmica Mauá
Mauá - SP
faiança (pó de pedra)
decoração com decalques e aerógrafo

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Petisqueira grande | Cerâmica Mauá



petisqueira grande
Cerâmica Mauá
Mauá - SP
faiança (pó de pedra)
decoração com pintura à mão, filete em verniz marrom
déc. 1920 / déc. 1930

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Petisqueira grande | Cerâmica Mauá


petisqueira grande
Cerâmica Mauá
Mauá - SP
faiança (pó de pedra)
decoração com carimbos, retoques à mão, filete em verniz marrom
déc. 1940 (?) / déc. 1950

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malgas | Cerâmica Mauá

 


malgas diminutas, de consumo individual
Cerâmica Mauá | Mauá - SP
louça de pó de pedra | decoração com estanhola
coleção Porcelana Brasil
  

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malga | Cerâmica Mauá



malga grande
Cerâmica Mauá | Mauá - SP
louça de pó de pedra | decoração com estanhola
datação desconhecida (sem foto da marca)
cortesia coleção Maria Bernardete da Silva
  

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malga | Cerâmica Mauá



malga pequena
Cerâmica Mauá | Mauá - SP
louça de pó de pedra | decoração com estampa (carimbo)
cortesia coleção Washington Marcondes 
  

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malga | Cerâmica Mauá



malga pequena
Cerâmica Mauá | Mauá - SP
louça de pó de pedra | decoração com estampa (carimbo)
  

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Talha | Cerâmica Mauá

Recebi uma dica de um dos meus seguidores no Instagram (segue lá! @porcelanabrasil ), o André Gomes dos Santos, de Pirassununga, SP ( @andre.colecionador ), sobre uma talha da Cerâmica Mauá, com uma decoração muito elaborada, feita com pintura à mão livre, que não me parece muito característica daquela fábrica.


A peça faz parte de um leilão online do antiquário "O Velho que Vale" www.rachelnahon.com.br




Como você pode perceber na foto acima, próximo à marca há a inscrição "DEC. 39.", que fez o antiquário supor precipitadamente que significaria "dezembro 1939" (abaixo), mas vamos pensar um pouco. Embora a Cerâmica Mauá tenha adotado a marca da Locomotiva "Baronesa" em 1937, segundo as evidências que já pude coletar, o desenho visto na foto acima teria sido empregado muito mais tarde.

O desenho de marca empregado pelo final da década de 1930 era uma representação mais fiel da Locomotiva "Baronesa", como podemos ver na reprodução abaixo.


Além disso, por que no Brasil usariam "DEC." para dezembro? Mesmo se estivesse em italiano, origem de muitos dos fundadores e técnicos daquela fábrica, teria de estar grafado "DIC.", de "dicembre" (dezembro em italiano). 

Portanto, esta hipótese de que a peça é de 1939 é muito pouco provável. Acho mais possível que seja um código para a decoração usada na peça, "decoração n° 39", já que sabemos que era comum por esta época que as fábricas codificassem suas decorações por números, que em alguns casos era escrito à mão na base das peças decoradas, geralmente próximo à marca carimbada.

Uma outra questão interessante é se esta decoração seria de catálogo da Cerâmica Mauá, uma encomenda especial, ou mesmo, realizada por algum atelier externo, que comprava as peças brancas, fazia suas decorações, e as revendia. Isso já é assunto para outra discussão.



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canecas infantis | Cerâmica Mauá

canecas infantis
Cerâmica Mauá
faiança (pó de pedra)
decoração com relevo moldado e pintura à mão
déc. 1940 (?) / déc. 1950
coleção Fábio Carvalho

petisqueira grande | Cerâmica Mauá

petisqueira grande
Cerâmica Mauá
faiança (pó de pedra)
decoração com decalque em padrão Chintz, filete em ouro
déc. 1940 (?) / déc. 1950
coleção Fábio Carvalho

jarra média | MW


Jarra média (capacidade 1L)
Atelier MW (Margarida Wolleman)
louça branca: Cerâmica Mauá
faiança (pó de pedra)
decoração com pintura à mão livre
déc. 1950/1960
coleção Porcelana Brasil | Fábio Carvalho

bule de chá | Cerâmica Mauá


bule de chá
Cerâmica Mauá
faiança (pó de pedra)
decoração com estampagem, retoque manual, filete em preto
circa déc. 1950
coleção Fábio Carvalho

talha - Cerâmica Mauá


talha
Cerâmica Mauá
Mauá - São Paulo
louça de pó de pedra
decoração em relevo moldado
48 cm (h) x 36 cm (d)
fotos: site Mercado Livre



Floreiros - Cerâmica Mauá







par de floreiros
Cerâmica Mauá
Mauá - São Paulo
louça de pó de pedra
decoração em pintura à mão livre, sobre o verniz
33cm x 17cm x 8cm (cada)
circa déc. 1940
fotos: site Mercado Livre

A pintura à mão livre que decora as peças acima é de autoria do artista "Di Giorgio", pintor italiano que, segundo alega uma fonte, também trabalhou na Fábrica "RR", de Romeu Ranzini, pela década de 1940. Segundo uma neta de Romeu Ranzini, Di Giorgio era amigo pessoal de seu avô.

Há peças pintadas por Di Giorgio também de outras fábricas brasileiras, como a Cerâmica Matarazzo.

Da minha parte, acho que todas as peças conhecidas decoradas por este artista apresentam uma decoração elaborada demais para o padrão de pintura à mão livre das fábricas brasileiras, no tocante às louças de consumo. Além disto, ele assinava todas as suas peças, de forma que diria até mesmo exagerada (quase sempre sua assinatura é muito maior do que a marca carimbada da fábrica), coisa que não se fazia normalmente numa fábrica; os pintores sempre permaneceram anônimos (infelizmente!).

Minha teoria, que não possui nenhuma evidência que a fundamente, além da "suspeitologia" apresentada acima, é que ou este artista pintava louças por puro prazer, ou tinha um pequeno atelier de decoração de louças, o que era bastante comum por esta época. Acho até mais provável esta última hipótese como explicação para encontrarmos louça de diversas fábricas, de um mesmo período, pintadas por Di Giorgio.
Infelizmente já pesquisei muito atrás de informações sobre quem seria "Di Giorgio", sem qualquer resultado. Espero que algum dia ao menos parte deste (mais este!) enigma da história da indústria de louças no Brasil se esclareça.

Minha relutência em aceitar a alegação de que este pintor teria sido realmente um empregado das fábricas se justifica no fato de tal informação constar em uma monografia de graduação que, embora tenha sido pioneira ao fazer um levantamento das primeiras décadas da produção paulistana de louças, apresenta demasiados erros nas informações apresentadas, e há também neste trabalho muita especulação sem fundamentos em documentos ou depoimentos confiáveis.

neste post anterior há fotos de algumas peças da Cerâmica Matarazzo, de minha coleção particular, também pintadas por Di Giorgio.

talha - Cerâmica Mauá





talha
Cerâmica Mauá
Mauá - São Paulo
louça de pó de pedra
decoração com relevo moldado
déc. 1950/1960

cortesia coleção Vania e Sérgio Braga


Com o sucesso da Talha Nadir Figueiredo, resolvi postar as fotos desta outra talha, desta vez da Cerâmica Mauá.

Esta fábrica possui uma verdadeira legião de fãs aqui no Brasil, e os preços de uma peça da Cerâmica Mauá pode por vezes atingir patamares ridículos, completamente fora da realidade. E o mais irônico é que em sua época, esta fábrica produzia artigos para o mercado popular, e não para a elite, como as fábricas de porcelana fina.

bandeja para bolo - Fábrica de Louça Paulista - MP & Cia Ltd





bandeja para bolo
Fábrica de Louça Paulista - MP & Cia Ltd
Mauá - SP
louça de pó de pedra
33,5 (d) cm
decoração por estampagem (carimbo) em verde escuro e complementos em amarelo e azul à mão livre; filetes pretos
1926/37
coleção Porcelana Brasil

Gosto muito desta decoração extremamente simples. Esta fábrica usou muitos padrões decorativos por este método de estampagem com carimbos, que exige praticamente zero de habilidade do artesão.

É um método muito usado em xícaras casca de ovo japonesas, e talvez a metodologia tenha sido copiada daí.



O desenho é carimbado sobre a peça, e as cores são aplicadas sobre a estampa na forma de manchas, muitas vezes não muito exatas.

Esta decoração é a mesma usada em um bule de ângulos art decô que comprei há mais tempo:



http://porcelanabrasil.blogspot.com/2011/01/bule-de-cha-fabrica-de-loucas-paulista.html

Chintz, um padrão que veio da Índia

autor: Fábio Carvalho
data: outubro/2006

jogo de café | Porcelana Saler | déc. 1950
decoração com decalque chintz | coleção Fábio Carvalho

Chintz Indiano pintado à mão, séc 18.
Tal qual na moda, há padrões de decoração de louça que vêm e vão. Um dos casos mais interessantes é o padrão Chintz, que já teve várias “ondas” de popularidade pelo mundo.

A palavra inglesa chintz deriva do termo indiano “chint”, que significa um tecido de algodão mais barato, estampado em toda a sua superfície de forma vívida, com um brilho encerado devido ao uso de goma. Geralmente traz desenhos de flores, frutas e pássaros, sendo popular desde o século XVII . Com o tempo, o termo passou a definir todo tipo de tecido exportado da Índia colonial para a Inglaterra que apresentasse padronagem floral complexa. Foi usado não apenas em tecidos, como também em papel de parede.

A padronagem chegou ao Brasil através dos portugueses, que também mantinham negócios com a Índia. Com o tempo o Chintz Indiano foi sendo adaptado ao gosto local, com padrões mais simplificados com flores maiores, de cores contrastantes e intensas.

É o tecido que conhecemos como “Chita” ou “Chitão”, muito popular no interior e nas festas juninas, e que recentemente ganhou as passarelas da “alta moda”, e até mesmo empresta suas estampas para uma cadeira do badalado designer francês Philippe Starck.

O que hoje se considera a primeira indústria brasileira foi exatamente uma estamparia de chitas, a “Fábrica de Chitas”, aberta em 1820. Ela se localizava no Rio de Janeiro, no recém criado bairro do Andaraí Pequeno, no “Largo da Fábrica das Chitas” (atual Praça Saens Peña), e funcionou por apenas 20 anos, mas mesmo assim a região continuou a ser conhecida como “bairro das chitas” por quase um século.

No que diz respeito à louça de mesa, a palavra chintz passou a ser usada pelos ingleses, e depois internacionalmente, para definir peças decoradas com padrões florais intrincados e vistosos, que geralmente recobrem a maior parte da louça.

Inicialmente, a aplicação de padrões chintz em louça era um processo decorativo feito através de pintura à mão, o que naturalmente era muito complicado, lento e de alto custo.

jogo da marca inglesa Royal Albert,
padrão "Old Country Roses".
Quando a companhia inglesa Grimwades (através de sua marca comercial Royal Wades) conseguiu desenvolver no início do século XX um processo industrial que tornou economicamente viável a fabricação em massa de louça com este tipo de decoração, a popularidade dos padrões chintz decolou.

Eles desenvolveram um processo em que os complexos padrões florais eram impressos por litografia em papel ou tecido duplo muito fino, que possuía uma camada removível. A parte impressa era aderida à louça, sendo então retirada a parte removível, exatamente como os decalques atuais. Uma vez queimada a louça nos fornos, permanecia apenas a tinta da impressão, que depois era protegida por uma camada de verniz.

Em meados dos anos 1930, no Reino Unido, era comum se dizer que a decoração chintz era “a expressão máxima do requinte e elegância da mesa Inglesa”. Esta decoração continuou muito popular até o início dos anos 1960, quando começou a ser vista como ultrapassada. Eram os novos tempos, de grandes mudanças no cenário cultural mundial. Nesta época começam também a surgir outros materiais no fabrico de serviço de mesa, o que fez declinar a popularidade da porcelana e faiança em geral, e em particular com a decoração chintz.

Bandeja Royal Winton (Grimwade)
padrão Chintz 'Beeston' - Inglaterra - 1934-50.
Na década de 1990 a louça chintz recuperou sua popularidade, não mais junto ao consumidor de massa, e sim no setor de antigüidades e peças de coleção.

Há no exterior uma extensa bibliografia e muitos websites sobre o assunto, e o interesse pela louça chintz cresceu tanto que até mesmo a marca Royal Wades voltou a fabricar louça chintz, devido principalmente à enorme demanda norte-americana por estas peças.

O irônico é justamente o sucesso atual do padrão chintz nas fábricas inglesas num momento em que a maioria delas enfrenta problemas financeiros, pois foi justamente o padrão chintz que, como agora, salvou várias fábricas do Reino Unido durante a depressão da década de 1930.

A própria Royal Wades recontratou recentemente várias operárias que foram demitidas ao longo dos anos 1960, quando as linhas de produtos chintz começaram a deixar de ser produzidas.


E no Brasil...

Fábrica de Louça Paulista (Cerâmica Mauá),
data provável déc. 1950/60. Coleção do autor.
No Brasil tivemos diversas fábricas que usaram padrões chintz na decoração de suas peças de louça. Os exemplos mais antigos talvez sejam da Fábrica de Louça Paulistana (Mauá – SP), em peças de mesa e decorativas, produzidos provavelmente entre a década de 1950 e 1965. Há também exemplos de louça de mesa da década de 1950 das fábricas Barão do Rio Branco (Rio de Janeiro - RJ) e da Porcelana Schmidt (Pomerode – SC)..

Os exemplares de louça chintz brasileira que podemos encontrar com maior facilidade e em maior quantidade em nosso mercado de antiguidades e colecionismo são os produzidos pelas marcas de decoração Ars Bohemia, Pátria (DP, PA), Porcelanarte/Polovi e Luiz XV.

As peças destas marcas, que utilizavam a louça branca das grandes fábricas em seus produtos, apenas aplicando a decoração, foram produzidas pelas décadas de 1960 e 1970, e possuem motivos muito ricos e vistosos. Também encontramos exemplos de decoração chintz das fábricas maiores e mais tradicionais, como a Porcelana Real (Mauá – SP) e a Porcelana Schmidt (Pomerode - SC), mas não na mesma quantidade e diversidade que as empresas de decoração anteriormente citadas.

Alguns dos padrões chintz “tardios” que encontramos em louça nacional apresentam adaptações ao gosto “psicodélico” da época, também conhecido como "Paisley" (outro padrão importado da Índia).

Licoreiro da Cerâmica São José, decorado
com um chintz psicodélico (Paisley).
Recentemente, para minha surpresa, encontrei um licoreiro da marca Cerâmica São José (Pedreira – SP) com aplicação de um chintz psicodélico. Até então só conhecia os tradicionais bibelôs e vasos com adornos em relevo de flores desta marca.

Mesmo a fábrica carioca Porcelana D. Pedro II, mais conhecida por sua porcelana para restaurantes e hotéis (foi a primeira fábrica brasileira a se dedicar a este tipo de produção, e ao longo de muitos anos foi o principal fornecedor de louça comercial no país) também produziu peças com decoração chintz.

Atualmente a Vista Alegre do Brasil (empresa portuguesa que comprou a Porcelana Renner em 1998 para produzir no Brasil, visando o Mercosul) possui em seu catálogo atual um padrão de decoração chamado “Chintz Azul”, mas que foge um pouco ao conceito do Chintz tradicional, pois a decoração não cobre a maior parte da louça, deixando muita área branca.

Naturalmente esta não é uma lista definitiva, pois quem lida com antiguidades e colecionismo sabe que todo dia uma novidade pode surgir, e deve-se sempre estar aberto a rever conceitos e paradigmas.

Xícara de chá da porcelana D. Pedro II - déc. 1960.
Coleção do autor.
É curioso que o grande “boom” da louça chintz no Brasil deu-se justamente quando no exterior este tipo de decoração já era considerado ultrapassado.

Teria sido porque foi nestas décadas que a produção local de decalques para a decoração de louça se difundiu, não sendo mais obrigatória a importação dos decalques, o que barateou o processo decorativo?

Talvez, mas o estranho é que os desenhos encontrados em nossas louças chintz são basicamente estrangeiros.

Xícara de café, decoração Emano sobre
porcelana Real, déc. 1970. Coleção do autor.

É uma pena que jamais tenha sido criada por aqui uma decoração de louça chintz com desenhos tipicamente brasileiros, como aconteceu na estamparia.
Fica aqui a minha sugestão para que a nossa indústria aproveite a atual valorização do “Chitão” na moda e no design, e crie jogos de porcelana com padrões tipicamente brasileiros.



Vários exemplos do chitão brasileiro.


Este artigo foi originalmente publicado na revista Retrô, de abril/2007 - Ano 3 - Edição nº. 18.




Decoração "Chita", criação de Marcelo Rosenbaum
Atualização de 10 de abril de 2011

Curiosamente, por volta de 1 ano após a publicação deste meu artigo na revista Retrô, foi lançada pela loja Tok Stok uma coleção de louça com decorações criadas pelo renomado designer brasileiro Marcelo Rosenbaum, e fabricada pela Oxford, chamada "Linha Brasil", que dentre as várias decorações, possuia uma chamada "Chita", que é justamente baseada no Chitão brasileiro.

Se você quiser conhecer as outras decorações criadas por Marcelo Rosenbaum para a Tok & Stok/Oxford (são todas muito bonitas e criativas), acesse este link.


Abaixo você pode conhecer mais exemplos de louça Chintz fabricada no Brasil:

Prato de sobremesa, Fábrica de Louça Paulista (Cerâmica Mauá) - déc. 1950.

Xícara de café, decoração Emano sobre porcelana Real, déc. 1970.

Decoração Luiz XV sobre porcelana Steatita - xícara de café - déc. 1960/70.

Fábrica de Louça Paulista (Cerâmica Mauá) - déc. 1950.

Jarro (1 litro) e xícara de chá, Porcelana Rio Branco, déc. 1950.
Jogo para bolo, Porcelana real, dec. 1960.

decoração Luiz XV sobre porcelana Steatita - xícara de café - déc. 1960.

Trio de lanche, decoração PA sobre porcelana Real déc. 1960.

Xícara de café, decoração Ars Bohemia sobre porcelana Steatita, déc. 1960.

Decoração Porcelanarte em porcelana Steatita - chintz psicodélico - final déc. 1960.

Xícara de café, porcelana Schmidt produzida entre 1946 e 1958.

Porta jóias, Fábrica de Louça Paulista (Cerâmica Mauá) - déc. 1950.

Petisqueira, Fábrica de Louça Paulista (Cerâmica Mauá) - déc. 1950.